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Há novidades no desenvolvimento do processo “e-toupeira”
O julgamento do processo e-toupeira, no qual são arguidos o antigo assessor jurídico do Benfica Paulo Gonçalves e o funcionário judicial José Silva e que estava marcado para o próximo dia 25, foi adiado.
O processo seguiu para julgamento com dois arguidos, Paulo Gonçalves e José Silva. A acusação do MP sustenta que Paulo Gonçalves solicitou ao funcionário judicial José Silva (que lhe transmitisse informações sobre inquéritos, alegadamente a troco de bilhetes, convites e “merchandising” do clube.
Na leitura da decisão instrutória, a juíza Ana Peres realçou que à luz da lei, “os factos atribuídos a Paulo Gonçalves não podiam ser imputados diretamente à SAD do Benfica”, explicando que o responsável “não fazia parte dos órgãos sociais da pessoa colectiva, nem representava a pessoa colectiva”, sendo apenas um funcionário da SAD.
Logo, “não é possível imputar a responsabilidade” à SAD do clube da Luz pelos actos cometidos pelo antigo assessor jurídico, justificou a juíza de instrução criminal.



